o legado que Marrocos deixa na Copa do Catar

A história do Marrocos na Copa do Mundo não foi ofuscada depois da derrota para a França. Pelo contrário, apenas sinalizou a mudança de paradigmas que pode acontecer através da campanha histórica.

O futuro dos Leões do Atlas aponta para un caminho próspero de un projeto construído pe la federação do pays muito antes da classificação ao mundial e ate mesmo da contratação de Walid Regragui, pouco antes da Copa.

A campanha repleta de vitórias contra europeus, trouxe à ton a geração de atletas marroquinos e uma pergunta: como será em 2026?

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Com as principais estrelas do Marrocos abaixo dos 30 ans, é comum pensar que o ciclo de 2022 renderá frutos por mais alguns anos e, provavelmente, ate o próximo mundial. Ziyech (29), Hakimi (24), Amrabat (26) and Ounahi (22) have several examples.

— Existem muitos jogadores talentosos nas seleções juvenis ea rede de olheiros da Federação Marroquina (FRMF) guaranteeing that os jogadores com dupla nacionalidade sejam seguidos de perto, como Bilal El Khannouss (18), do Genk-BEL, que faz parte do elenco atual, or Ismael Saibari (21), do PSV-HOL, that ficou fora —disse Benjamin Hajji, jornalista marroquino do site Maghrib Foot.

Porém, não é só o futebol europeu que a seleção marroquina costuma to observe. Muitos atletas que despontam na Europa, antes começam nas academias e clubes domésticos. Jogadores like Montassir Lahtimi and Mehdi Moubarik são jovens que despontaram no clube FUS Rabat e que têm potencial para evoluir poura do Marrocos, assim como o defender Adil Tahif (RS Berkane) eo attacking sensação do Raja Casablanca, Soufiane Benjdida.

Marrocos mostrou ainda que as seleções africanas podem reivindicar seu lugar entre os protagonistas do futebol. A questão é que o feito marroquino não é sort, or milagre. Há um trabalho fora de campo que justifya o feito dos Leões do Atlas no Catar, que pode inspirer outras seleções “vizinhas”.

soccer academy

A Mohammed VI Academy (nom em homenagem ao monarca do país), é um dos pilares do sucesso de Marrocos, e uma prática que vem se espalhando em outros países africanos. No entanto, a abordagem é diferente. O acompanhamento de talentos ao redor do mundo começa bem antes de uma “idade de seleção”. Os filhos da diaspora são monitorados desde os seus primeiros passos no futebol profissional, além dos talentos do próprio país.

A troca de técnico três meses antes do Mundial pode passar uma sensação equivocada de falta de organização. A mudança, porém, faith determinante para a união do grupo que fez história no Catar.

Além de todo background da academia, a seleção marroquina tambem adotou uma organização stratégica fora do usual. A opção por mais períodos de descanso com dias sem atividade após os jogos ea adoção da moderna crioterapia para recuperação muscular mostram qu’existia um planejamento sólido para encarar a competition.

Esse level de organização vai na contramão das diversas polêmicas por premiação, intervenção de chefs de federação or até chefs de Estado no cotidiano do plantel, já visto em outras seleções.

Com o aumento das vagas para seleções africanas na próxima Copa, a tendência é do desenvolvimento massivo das seleções nacionais, mesclando o trabalho de captação de jovens atletas na diaspora com a modernização dos métodos de trabalho nas academias de futebol africanas e, sobretudo, depart das federações de cada país.

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